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  1. PROMOTORES DO CRESCIMENTO

    Promotores do crescimento são substâncias que, por modificarem o metabolismo dos animais em que são aplicadas, diminuem o tempo em que estes atingem o peso para o abate. Entre eles se encontram os esteroides anabolizantes, que são hormônios sexuais usados na produção animal, para aumentar o ganho diário de peso, bem como o peso final dos animais global agrovet, vem comercializando, em nossos pais, vários tipos de formulações, contendo, tanto hormônios sexuais masculinos (androgênios), como hormônios sexuais femininos (estrogênios).
    Apresentaremos a seguir a composição e os nomes comerciais de vários medicamentos veterinários que vem sendo vendidos na forma de implantes, com a finalidade de proporcionar aos criadores, o desenvolvimento de animais que apresentem um crescimento mais rápido e, consequentemente, uma maior produtividade e lucratividade.
    O objetivo dessa exposição é demonstrar, de maneira inequívoca, que diversos hormônios sexuais masculinos e femininos, estão sendo, de fato, usados, de forma ampla, na produção de alimentos de origem animal, para que seja suscitada uma discussão, sem preconceitos, sobre a questão da presença, no “pão nosso de cada dia”, de resíduos desses hormônios sexuais, que são anabolizantes veterinários, bem como, sobre os efeitos nocivos que tais resíduos causam nos seres humanos. Seus nomes comerciais são:
    “Synovex-c” que é uma associação entre dois hormônios sexuais femininos, o benzo ato de estradiol e a progesterona, que vem sendo indicada para uso em bovinos de até 400 libras.
    “Synovex-g”, que também contem o benzo ato de estradiol associado á progesterona, mas que é indicado para bovinos que pesem 400 libras ou mais.
    “Synovex-h”, que é uma associação entre o hormônio sexual feminino benzo ato de estradiol; com o hormônio sexual masculino propionato de testosterona; existem outros laboratórios farmacêuticos que produzem esta mesma formulação, como é o caso do lvy labs/vet life, que produz o “componente” e do laboratório upjohn, que fabrica o similar “implus”, ambos os fármacos que foram aprovados pelo f.d. a, o órgão normativo dos estados unidos para alimentos e remédios.
    “Synovex plus”, que é uma associação entre o benzo ato de estradiol com um hormônio masculino sintético chamado acetato de trenbolona.
    “Revalor-g”, que contém o hormônio sexual masculino acetato de trenbolona; associado ao hormônio sexual feminino estradiol.
    “Revalor-h”, que, também, é uma associação entre o acetato de trenbolona com o estradiol.
    “Revalor-s” que é um outro tipo de associação entre acetato de trenbolona e estradiol.
    “Ralgro”, que tem como substância ativa o zeranol; um anabolizantes sintético com propriedades estro gênicas (Istoé, cujos efeitos são semelhantes aos dos hormônios sexuais femininos).
    “Ralgro magnum”, que contém duas vezes mais zenarol; que o ralgro simples, possuindo, em função disso, um efeito promotor do crescimento bem mais prolongado.
    “Compudose 200”, um implante de silicone que, contendo uma associação entre o hormônio feminino estradiol; e o antibiótico tetraciclina, é indicada para incrementar o crescimento e o aumento de peso dos animais.
    “Encore”, que também é um implante de silicone com estradiol, semelhante ao “compudose 200”, mas que contêm bem mais estradiol; que o “compudose 200”.
    “Finaplix-h”, que contém aquele hormônio sexual sintético, o acetato de trenbolona; e tem demonstrado que é capaz de promover um crescimento oito a dez vezes maiores que o que vem sendo habitualmente obtido pela testosterona. (hormônio sexual masculino natural) apesar de muitos deles serem proibidos no Brasil, a simples existência, fabricação e comercialização de medicamentos como estes, que são hormônios sexuais anabolizantes, comprovam que estes tipos de substância estão sendo amplamente usados na produção animais.
    Como médico, consideramo-nos no dever de esclarecer a população sobre este fato, pois, já que existem na comunidade, diversos indivíduos que, por serem suscetíveis a certos tipos de câncer, não podem, sob hipótese alguma, ingerir nem, ao menos, quantidades mínimas de hormônios estro gênicos, e sabem disso, porque são exaustivamente orientadas, neste sentido, pelos seus oncologistas.
    Elas, no entanto, não estão sendo informadas que, entre os alimentos disponíveis nos mercados, existem muitos que foram obtidos com o auxilio destes hormônios e, que, por isso podem conter resíduos de hormônios como o estrogênio, pois os mesmos, como vimos, estão sendo usados para engordar, com nomes de remédios veterinários como compudose, revelor ou sinorex. Estas pessoas têm todo o direito de saber que este fato está ocorrendo, pois é uma questão de vida ou morte!
    A evidência concreta do grave potencial de risco é a própria bula destes medicamentos, onde consta sua composição e o motivo pelo qual estão sendo fabricados, indicados, e vendidos, o que não deixa margem para qualquer controvérsia.
    Os efeitos colaterais e os riscos que o uso de hormônios como os estrogênios podem causar também não se constituem num assunto polêmico, pois até mesmo a população leiga já se encontra informada sobre isso, que se tornou um assunto não mais restrito á comunidade cientifica: é de conhecimento público.
    Considerando que os efeitos colaterais desses hormônios não são mais segredos para a população e que os mesmo incluem o ganho de peso, a depressão, tumores estrogenio-dependentes, embolias cardíacas, tromboses cerebrais (que são os “derrames”), bem como, alterações no comportamento sexual dos indivíduos que são suscetíveis, poderíamos dizer que a persistência de uma situação como esta, apesar da sua gravidade, é simplesmente, “o fim do mundo”!

  2. OS INIMIGOS DO OBESO

    Depois de descobrir que a obesidade é uma doença crônica, é importante saber, também, que quando se propõe lutar contra esse mal, estará enfrentando não somente uma doença, mas também um preconceito.
    Como a própria palavra diz, “preconceito” é uma opinião que se forma sobre determinado assunto, sem possuir a totalidade das informações sobre ele.
    Uma boa parcela da população tem o costume de formar seus conceitos com base nas suas próprias realidades. No entanto, quando se trata do organismo humano as diferenças entre os indivíduos são muito grandes e algumas pessoas apresentam certas disfunções enquanto que outras não.
    No caso da obesidade, este tipo de avaliação apresenta inúmeras falhas, pois além dos organismos serem diferentes, algumas pessoas queimam menos calorias que as outras, fazendo com que haja alguns que comem mais que o obeso e, no entanto, são magros.
    Portanto, fica difícil, para estes, que não são vitimas da obesidade, avaliar e emitir conceitos sobre esta questão, uma vez que sua experiência em relação ao próprio corpo é totalmente diferente do que ocorre o obeso, ainda que as duas situações se apresentem como aparentemente idênticas.
    Se acontecer de exagerarem na alimentação podem emagrecer facilmente, fazendo dois dias de dieta leve; mas não sabem que muitos obesos na mesma situação, mesmo ficando, às vezes, uma semana quase sem comer, ao invés de emagrecerem, engordam ainda mais.
    Por desconhecerem este fato alguns deles julgam os portadores deste distúrbio baseando-se no funcionamento de seus próprios corpos, os quais não padecem deste problema. Em conseqüência disso, estabelecem o conceito errôneo de todos os que engordam comem muito ou não são inativos, o que nem sempre é verdadeiro.
    Além de incidir sobre a doença, o preconceito recai, também, sobre a pessoa do obeso, que passa a ser visto como alguém que deveria “ter vergonha na cara” e “fechar a boca” ou “deixar a preguiça” e “fazer uma caminhada”.
    Não resta dúvida que dieta e exercícios aeróbicos emagrecem. Contudo, enganam-se aqueles que, precipitadamente, pensam que todos os obesos comem muito e não fazem exercícios. Na verdade, grande parte deles lança mão de todos os métodos possíveis para emagrecer, sem, contudo, conseguir reduzir sequer uma grama. Isso ocorre porque seus organismos não queimam calorias de forma adequada e, por isso, armazenam exageradamente a energia dos alimentos.
    Como um automóvel extremamente econômico, que, mesmo percorrendo muitos quilômetros não precisam ser reabastecidos os corpos dos obesos deveriam receber calorias apenas raramente, e se não fosse à necessidade dos outros nutrientes, como vitaminas e proteínas, sem os quais não podem alimentar-se ocasionalmente. Para receber as proteínas e vitaminas, adquirem, juntamente com eles, as calorias indesejáveis que já têm em excesso, e, por isso, além de não emagrecer, engordam.
    Desconhecendo esta situação, os preconceituosos entendem que os obesos não conseguem perder peso apenas “porque lhes falta força de vontade”, pois pensam que bastaria fazer alguma dieta e praticar exercícios para que conseguissem emagrecer. Posicionam-se, então, contra os medicamentos, que representam o mais eficaz instrumento de que o obeso dispõe para controlar o seu mal.
    Sem perceber que muitos deles empreendem grandes esforços para reduzir a alimentação e gastar energias, e ignorando o sofrimento causando pela frustração diante desses incontáveis e infrutíferos sacrifícios, alguns dos que têm tendência para engordar, ficam indignados com o obeso que quer ser medicado, e reagem, dizendo: “se eu consigo emagrecer sem remédios, porque você não pode fazer o mesmo?”.
    Neste caso aplica-se bem o ditado popular que diz: “pimenta nos olhos dos outros è refresco…”.
    Aceita-se que os portadores de diabetes e hipertensão usem continuamente seus remédios, sem restrições, com todo rigor e assiduidade. No entanto, apesar da obesidade ser uma enfermidade semelhante a estas, entendam que neste caso específico, tal sistema não seria valido.
    Parecem considerar a obesidade mais como uma “raça” à parte, constituída por pessoas indolentes e gulosas, cuja “falha de caráter” se manifesta em forma de “gordura”. Com base neste postulado, acredita que apenas lhes bastaria uma reeducação alimentar para ter seu problema equaciando, quando na verdade, trata-se de uma doença crônica como outra que requer, portanto, tratamento contínuo e ininterrupto.
    Quem esta prestes a ministrar tratamentos para diabéticos ou hipertensos quase nunca sente-se autorizado a recomendar a interrupção dos medicamentos que os pacientes usam continuamente para estas doenças .no caso dos remédios para emagrecer, entretanto, algumas pessoas pensam fazer um grande favor ao obeso em aconselhá-lo a suspender seu tratamento para obesidade perante a necessidade de qualquer outro remédio, ainda que seja compatível com ele.
    Mas, neste caso, se o enfermo engordar, de quem será a culpa? O preconceito fará com que esta recaia sempre sobre o obeso. Não ocorre o mesmo no caso dos diabetes ou hipertensão. Porque a diferença?
    Depois de concebido o preconceito, seus praticantes passam a buscar subsídios que o possam sustentar. Quase todos sabem que usar remédios para emagrecer juntamente com bebidas alcoólicas, além de induzir o intenso vicio, pode causar problemas mentais como depressões e psicoses. Apesar disso e das insistentes proibições médicas sobre esta prática perigosa, alguns pacientes fazem este tipo de associação, quando caberia-lhes permanecer pelo menos 36 horas sem as medicações para poder usar ainda que uma pequena quantidade de bebida alcoólica.
    Quando os problemas surgem em decorrência deste tipo de abuso, os preconceituosos se esquecem deliberadamente que é a mistura com o álcool, e não os anorexigenos, a verdadeira a responsável pelos distúrbios, e, usando estes fatos lamentáveis, transformam-nos em argumentos para suas criticas ao uso dos medicamentos emagrece dores. É o mesmo que combater o uso de facas de cozinha em razão de alguém ter se cortado com uma delas, por não saber usá-las ou fazê-lo de modo irresponsável.
    Quando certas pessoas, contrariando todo bom senso e as orientações dietéticas, permanecem longos períodos sem comer e desmaiam ou têm quedas de pressão, os que são do grupo “contra remédio”, ao invés de condenar a desobediência ás dietas prescritas que é a verdadeira responsável pelos problemas, se adiantam em responsabilizar os medicamentos emagrece dores.
    Portanto, quando o obeso inicia seu combate contra esta doença, deverá estar ciente que estará lutando contra outro terrível adversário, que é o preconceito. Este se encontra muitas vezes, alojado nos lábios de seus entes mais queridos ou nas publicações mais “confiáveis”, aconselhando-o insistentemente a interromper a medicação, com frases como: ”você não precisa disso, pois tem força de vontade, isso só vai prejudicá-lo”.
    A conseqüência é que, em grande parte dos casos, o obeso consegue vencer a doença, mas acaba “nocauteado” pelo preconceito, pois, vencido pelo cansaço e pela contínua pressão, acaba cedendo e interrompe a manutenção. O resultado é que 97% das pessoas que fazem isso engordam tudo que emagreceram no máximo num prazo de 5 anos.
    Este fato, causado pelo próprio preconceito, acaba se tornando um argumento a mais em favor dessas idéias preconcebidas, do qual partidários, prazerosamente, aproveitam dizendo: ”remédio de emagrecer não é bom porque quando se interrompe engorda-se tudo novamente”.
    É claro que, quando isso acontecer, sempre será possível dizer também: “eu falei para você interromper o remédio e não para você engordar”.
    Mas se reconhecemos que a obesidade è uma doença, devemos também aceitar que a culpada pelo aumento de peso è a própria enfermidade e não o obeso. Apesar disso, o preconceito faz com que este pesado fardo seja lançado, mais uma vez, sobre ele, fazendo com que esta opinião prevaleça, ainda que inverídica.
    As informações errôneas originais de deduções sem qualquer base cientificam, são ocasionalmente divulgadas até por certos setores da mídia, que se encarregam de aumentar e perpetuar o preconceito já existente. A razão desta atitude é que algumas organizações acreditam que mantendo a civilização em estado de caos favorecerão a criação de uma ordem mundial.
    Apesar de já estarmos em pleno século xxi à nova era continua trazendo velhas mentiras…
    Aqueles, porem, que se utilizam destes enganos para conseguir seus objetivos, devem estar cientes que semeando preconceitos prejudicarão seus próprios amigos e parentes obesos, caindo, consequentemente, na rede que eles mesmos estão armando. Manter a sociedade na ignorância cria serias dificuldades para todos os que realmente precisam controlar seu distúrbio.
    Contudo, o fundamental para os obesos è saber a verdade a respeito de sua disfunção, pois entendendo seu funcionamento e manejo, poderão controlá-la de forma mais adequada e obter o domínio sobre ela, como fazem, normalmente, os diabéticos ou hipertensos.
    Por outro lado, alem de combatê-la, devem também estar preparados para reconhecer seu outro grande e terrível inimigo, que è o preconceito, para corajosamente enfrenta-lo, pois conhecendo a verdade, esta os liberará.

  3. A GRANDE LUTA CONTRA A OBESIDADE

    É comum ouvimos: “você não deve usar remédios para emagrecer porque isso vai prejudicar a sua saúde”. De fato, nenhum medicamento é inócuo para o organismo, e juntamente com os efeitos terapêuticos, há os indesejáveis e os nocivos.
    Por isso, sempre é necessário avaliar a relação entre o risco que uma droga traz e o benefício produzido.
    No tocante á obesidade, os inconvenientes quanto á terapêutica farmacológica são bem divulgados. Resta abordarmos as vantagens que a mesma pode trazer, uma vez que, sendo eficaz, anule as conseqüências desta enfermidade.
    Obesidade agrava ou predispõe as muitas enfermidades comuns. Nelas as pessoas obesas têm maiores índices de falecimento do que as pessoas magras afetadas pelo mesmo distúrbio. Todos os sistemas orgânicos podem estar comprometidos.
    No sistema cardio-circulatório, há elevação da pressão, dos níveis de colesterol e triglicérides, e predisposição a diabetes. Estes quatro fatores de risco podem ocasionar a aterosclerose com suas conseqüências (infarto e “derrames”, por exemplo).
    Mais de 80% dos casos de diabetes com inicio na idade adulta ocorrem nas pessoas com excesso de peso.
    Há incidência aumentada de cálculos (“pedras”) na vesícula, ricos em colesterol e de hérnias diafragmáticas.
    O obeso tem mais ácido úrico no sangue e isso pode levar ao acumulo dele nas articulações inflamando-as e dando origem a um quadro de artrite (gota).
    O excesso de carga sobre a coluna e outras articulações que suportam o impacto do peso, leva a artrite (sua manifestação mais conhecida é o bico de papagaio).
    O risco de eclampsia é maior (pressão alta na gestação com risco de morte para a mãe e o filho)
    Nos partos e em qualquer cirurgia as possibilidades de complicações serão aumentadas pela obesidade.
    A prevenção de todos estes males citados não compensaria os efeitos indesejáveis dos medicamentos para emagrecer?
    Para aqueles casos de obesidade em que outros tratamentos não poderiam resultar em sucesso, certamente traria bem mais benefícios que malefícios para a saúde.
    A abran – associação brasileira de nutrologia-demonstrou sua preocupação com as chamadas “dietas da moda” que prometem perda de peso rápida e efetiva, sem sofrimento ou ocorrência de efeitos colaterais. Muitas delas recebem nomes excêntricos e ganham dimensões surpreendentes entre pessoas que estão insatisfeitas com a própria imagem e lutam, a qualquer preço, para perderem peso.
    De acordo com a abran, a grande maioria dessas dietas seque fórmulas reinventadas, trazendo risco de doenças ou provocam o conhecido “efeito sanfona”, por não terem um acompanhamento medico correto.
    Através de dados fornecidos pela opas-organização panamericana de saúde, sabemos que nos últimos houve um aumento de 240% de pessoas obesas.
    Na tentativa de frear esse quadro, a abeso-associação brasileira para estudos de obesidade-formada por uma sociedade médica científica fundada em 1985, dedica-se a promoção de aperfeiçoamento cientifica, com o objetivo de diminuir o preconceito em relação a este mal e divulgar informações adequadas para a mídia e para a sociedade.
    O que dizer então dos inconvenientes de ordem social, estética e psicológica?
    Não valeria a pena se livrar disso tudo, ainda que às custas de substancias químicas?

  4. OBESIDADE II

    É comum ouvimos: “você não deve usar remédios para emagrecer porque isso vai prejudicar a sua saúde”. De fato, nenhum medicamento é inócuo para o organismo, e juntamente com os efeitos terapêuticos há indesejáveis e os nocivos.
    Por isso, sempre é necessário avaliar a relação entre risco que uma droga traz e o beneficio produzido.
    No tocante á obesidade, os inconvenientes quanto á terapêutica farmacológica são bem divulgados. Resta abordarmos as vantagens que a mesma pode trazer, uma vez que sendo eficaz, anule as conseqüências desta enfermidade.
    Obesidade agrava ou predispõe as muitas enfermidades comuns. Nelas as pessoas obesas têm maiores índices de falecimento do que as pessoas magras afetadas pelo mesmo distúrbio. Todos os sistemas orgânicos podem estar comprometidos.
    No sistema cardio-ciculatório, há elevação da pressão, dos níveis de colesterol e triglicérides, e predisposição aos diabetes. Estes quatro fatores de risco podem ocasionar a aterosclerose com suas conseqüências (enfartos e “derrames”, por exemplo).
    Mais de 80% dos casos de diabetes com início na idade adulta ocorrem nas pessoas com excesso de peso.
    Há incidência aumentada de cálculos (“pedras”) na vesícula, em colesterol e de diafragmáticas.
    O obeso tem mais ácido úrico no sangue e isso pode levar ao acúmulo dele nas articulações inflamando-as e dando origem a um quadro de artrite (gota).
    O excesso de carga sobre a coluna e outras articulações que suportam o impacto do peso, leva á artrose (sua manifestação mais conhecida é o “bico de papagaio”).
    O risco de eclampsia é maior (pressão alta na gestação com risco de morte para a mãe e o filho).
    Nos partos e em qualquer cirurgia as possibilidades de complicações serão aumentadas pela obesidade.
    A prevenção de todos estes males citados não compensaria os efeitos indesejáveis dos medicamentos para emagrecer?
    Para aqueles casos de obesidade em que outros tratamentos não poderiam resultar em sucesso, certamente traria bem mais benefícios que malefícios para a saúde.
    Quer dizer então dos inconvenientes de ordem social, estética e psicológica? Não valeria a pena se livrar disso tudo, ainda que as custa de substancias químicas?

  5. OBESIDADE É DOENÇA. COMO COMBATE-LA?

    A obesidade é definida atualmente como uma doença incurável de causa desconhecida. Vem se tornando um problema de saúde pública principalmente nos estados unidos devido ao grande aumento em sua incidência. Na verdade é considerada uma epidemia mundial.
    O aumento de casos se deve a:
    – Diminuição da atividade física do homem devido á tecnologia
    – Oferta de alimentos cada vez mais gordurosos
    – Fatores emocionais (depressão e ansiedade) conseqüentes ao estilo de vida dos dias atuais.
    Porém a causa básica é a hereditariedade que é agravada pelos fatores ambientais.
    O tema toma importância especial devido ao ideal de beleza propagado pela mídia. Os modelos de perfeição física apresentada pelos meios de comunicação são pessoas muito magras. Quem não se encaixar neles já é visto como alguém que precisa se cuidar.
    Mas quando a obesidade realmente se faz presente, é um problema sério de saúde no tocante ás suas complicações.
    A elevação da pressão arterial é uma conseqüência comum do aumento do peso. A explicação para isso inclui maior quantidade de tecido gorduroso e muscular para ser irrigado pelo sangue bem como ingesta de sal aumentada pelo excesso na alimentação. A “pressão alta” é um fator de risco para doenças cardíacas e derrames.
    Além de elevar os níveis de colesterol e triglicérides a obesidade aumenta o risco de aterosclerose que é o acumulo de gordura na parede das artérias e a conseqüente diminuição do calibre das mesmas. Esta gordura depositada nos vasos pode se desprender formando trombos. Estes são os responsáveis pelos infartos e cerebrais (“derrames”).
    O maior problema do aumento do abdome não é a calça apertada mais sim o acúmulo de gordura intra abdominal que se interpõe entre as vísceras:
    O pâncreas, por exemplo, vai sendo prejudicado e sua produção de insulina fica deficitária podendo ocasionar os diabetes.
    O fígado pode se tornar gorduroso (esteatose) o que faz a bile ter alta concentração de colesterol. Quando esta vai para a vesícula pode causar litíase vesical (“pedras” na vesícula) sendo necessária cirurgia.
    Com o aumento da pressão intra abdominal é comum a ocorrência de hérnias de hiato.
    Problemas digestivos são comuns.
    As mulheres jovens sofrem de maior incidência de ovários micropolicisticos. A obesidade agrava e predispõe a esta síndrome que aumenta a produção de testosterona, hormônio que causa formação de pelos e acnes. Além disso, há infertilidade e irregularidades menstruais.
    A respiração é dificultada, pois o diafragma, principal músculo da respiração, para se contrair e fazer a inspiração deve vencer toda a barreira da gordura acumulada dentro do abdome. Entre os pulmões e a caixa torácica também se interpõe tecido lipídio causando a sensação de “falta de ar” quando a pessoa faz esforços.
    O peso aumentado causa prejuízo a diversas articulações como joelhos, tornozelos e coluna. O conseqüente atrito gera uma espécie de “desgaste” nas juntas com um pouco de inflamação, caracterizando uma enfermidade denominada artrose. Esta inclui os “bicos de papagaio”, sendo muito dolorosa e limitante.
    Obesidade aumenta a produção de acido úrico e diminui a sua excreção e é comum o acúmulo de acido úrico nas articulações, formando uma patologia mais dolorosa ainda, denominada gota.
    Obesidade inibe a produção de uma enzima que degrada os estrógenos. Estes ficam aumentados elevando em 11% o risco de câncer de colo de útero e intestino grosso. (os estrógenos são hormônios que aumentam a incidência de câncer).
    Podemos citar outras complicações como riscos em partos e cirurgias, depressão e varizes, todas elas melhorando com o emagrecimento.

    Como Combate-La?

    Muitos especialistas ao tratarem destas complicações colocam redução de peso como parte fundamental do tratamento.
    Contudo, neste ponto esbarra-se na dificuldade em se conseguir isso. A explicação, com freqüência não está na falta de força de vontade em se fazer a dieta e as caminhadas. Ocorre que mesmo estas medidas sendo tomadas a redução de peso não atingem níveis satisfatórios porque a enfermidade não se limita a uma alimentação errada ou inatividade física mas tem como ponto principal a deficiência na queima de calorias. O organismo destas pessoas “gasta” pouca energia.
    Esta se acumula e mesmo comendo pouco a não emagrece.
    Para haver emagrecimento deve-se estabelecer um débito de energia no organismo: numa conta bancária, se os cheques e débitos automáticos forem maiores que os depósitos, a conta entrará no vermelho. Assim também se os gastos de energia forem maiores que a ingesta de alimentos haverá redução de peso.
    Infelizmente o organismo do obeso não permite que os gastos sejam maiores que a ingesta energética, pois queima calorias.
    É necessário que façamos isso por ele. Este é o papel dos medicamentos emagrecedores.
    Eles estarão indicados se as medidas dietéticas e físicas não surtirem efeito ou se doenças e complicações exigirem emagrecimento em outro prazo.
    Apesar de serem chamados de “inibidores de apetite” sua principal função não é tirar a fome, mas queimar calorias. Mesmo porque boa parte dos obesos não ingere quantidades de alimentos maiores que a população em geral. Há uma disfunção orgânica que os faz engordar mesmo comendo normalmente.
    É certo, contudo que aliado ás medicações é necessário mudanças na atividade física e dieta sob pena de fracasso no tratamento a médio prazo.
    Como trata-se de uma doença crônica, 90% das pessoas que interrompe o tratamento medicamentoso engorda tudo o que emagreceu no mais tardar em 2 anos. É o mesmo que ocorre com o hipertensos se interromper seus remédios: ficará com a “pressão alta”.
    A solução para isso é, ao atingir-se peso ideal, iniciar tratamento de manutenção com baixas doses, mas para o resto da vida, do contrário o indivíduo engordará novamente. A exemplo de outras doenças crônicas como o diabetes, a ciência ainda não desenvolveu outros tipos de tratamento.

  6. REMÉDIO PARA EMAGRECER FAZ MAL?

    Um bisturi se presta a uma cirurgia ou pode ser usado para ferir alguém. Os medicamentos emagrecedores podem também ser usado para o benefício da saúde, mas se houver abusos tornam-se perigosos.
    O abuso mais comum e responsável por controvérsia a respeito é o uso concomitante com bebidas alcoólicas. Ingerir álcool a menos de dois dias da interrupção destes fármacos, pode causar distúrbios mentais como depressão e psicose. A mistura torna-se um tóxico com grande potencial para causar dependência desmaios e hipertensão são comuns.
    Há os que querendo emagrecer rapidamente ingerem doses maiores que as prescritas. Outros, por não terem acompanhamento.
    Médicos usam grandes quantidades de inibidores de apetite.
    A pressa de emagrecer também leva alguns a não comer os alimentos indicados nos cardápios, produzindo um estado de desnutrição que pode ser muito perigoso. É fundamental a nosso ver, em qualquer dieta, não deixar de ingerir algum tipo de proteína animal (carne de frango, peixe ou bovina) e ter uma alimentação balanceada, ainda que com baixas calorias. Medicamentos e dietas usados com acompanhamento médico e bom senso são seguros para saúde.
    Curiosidade – refrigerante diet (como coca light e guaraná diet) não engordam: dez garrafas de 300 ml têm menos calorias que meia laranja.também não causam celulite, pois o gás do refrigerante não passa para a corrente sanguínea – causaria embolia gasosa .
    Mensagem para o obeso – como obesidade é uma doença, você não tem culpa de ter engordado. A responsável é a doença. Mas estão á sua disposição os meios para enfrentá-la. Nesta matéria tanto paciente como tratamento vistos como preconceito. O importante é enfrentá-la e usar disposição para recuperar a saúde e ser feliz!

  7. OBESIDADE: A EPIDEMIA AVANÇA

    1-Porque vem aumentando a incidência de obesidade atualmente?
    Muitas fontes respeitáveis vêm divulgando que a principal causa dessa grave epidemia de obesidade que se abateu sobre o mundo, seria uma modificação no comportamento humano, que teria gerado, segundo afirmam, um tipo de dieta bem mais gordurosa que antigamente, e que teria proporcionado, também, uma redução dos níveis de atividade física das pessoas, graças aos avanços tecnológicos que disponibilizaram o uso de veículos automotores, da televisão e dos computadores criando um tipo de vida sedentária, que estaria gerando, segundo reivindicam, um significativo aumentando o peso da população.
    Apesar disso, o verdadeiro motivo de haver um número, cada vez maior, de pessoas que estão engordando é a existência de certas substâncias químicas nos alimentos que estão sendo disponibilizados para a população, cujo poder farmacológico é proporcionar aumento de peso naqueles que as recebem.
    Uma simples análise, com bom senso, já torna evidente que simples mudanças comportamentais não poderiam ter um potencial suficiente para gerar uma epidemia tão grande como esta. Além disso, é fácil observar, até mesmo nas ruas das cidades, que os povos já adotaram medidas contra estes desvios, tais como as perseverantes caminhadas diárias e as dietas pobres em gorduras, sem, contudo, que houvesse qualquer diminuição no aumento do número de casos de obesidade.
    Ainda que a mídia tenha denunciado a presença de hormônios sexuais anabolizantes nas carnes dos animais e vegetais que vêm sendo consumidos pela população, o pouco destaque que foi concedido para este problema, bem como, a pequena quantidade de vezes em que o mesmo foi abordado, formou um conceito sobre a questão completamente distante da realidade, pois obscureceu, por completo, as reais dimensões dessa ingestão em massa de hormônios sexuais anabolizantes em nossa civilização.
    Os motivos desta deliberada omissão em denunciar adequadamente o fato, são de ordem geopolítica global e encontram-se ligados a um sistema secreto de controle populacional, que tem por objetivo, conforme seus próprios executores anunciam criar-se uma “civilização” que não fosse potencialmente perigosa no sentido de esgotar os “recursos do planeta”.
    Frases chavão como estas estão sendo usadas como uma propaganda neocomunista com objetivo de prepararmos para uma total coletivização desses recursos, inclusive do petróleo.
    É evidente que não há, neste caso, qualquer interesse com o bem estar da humanidade, mas sim de usar a fracassada ideologia marxista sob uma nova terminologia, com o intuito de adquirir controle total sobre os recursos mundiais.
    Como querem restringir a população do planeta, economicamente, forçaram os produtores de alimentos a se utilizarem dessas substâncias, pois, além de aumentarem o peso, tanto dos homens como dos animais, os hormônios sexuais anabolizantes, também chamados de promotores de crescimento, reduzem a capacidade reprodutora do ser humano, empreendendo, assim, um controle químico global de natalidade, sob o pretexto de se poderem obter alimentos em maiores quantidades, mais rapidamente e a custos menores. (como se estivessem trabalhando para diminuir a fome no mundo)
    O problema é que estes que almejam um domínio global sobre a humanidade, controlando todos os atos da vida, têm, em suas mãos toda a mídia internacional e, por não haver interesse na divulgação deste fato porque exporia a estratégica que vêem usando para controle populacional, forçam-na a não notificar o uso desses hormônios sexuais para promover uma maior produtividade na agropecuária, impedindo também que seja devidamente esclarecida a gravidade e as repercussões deste sistema de produção. A importância desta questão é minimizada, e, até mesmo desacreditada, simplesmente, através do silêncio e da omissão desses meios de comunicação de massa em sua tarefa, de noticiar e denunciar.
    A respeito dos frangos de granja estar atingindo o peso ideal para o abate em apenas vinte e três dias, quando, antigamente, isso acontecia em cento e oitenta dias; e, apesar dos paises que importam estas aves estarem apoiando inteiramente o uso dos hormônios sexuais anabolizantes em sua produção, as respostas para os por quês desse aumento abrupto da obesidade, não se encontra neste setor, mas sim, no inegável uso desses hormônios sexuais anabolizantes no rebanho bovino.
    A simples existência, fabricação e comercialização de medicamentos veterinários promotores do crescimento, tais como o “sinovex-c” e o “sinivex-h”, que são associações entre o hormônio femininas progesterona e o estrogênio, já comprovam que estamos em meio a uma ampla utilização de hormônios sexuais anabolizantes com o objetivo de acelerar o crescimento do gado bovino e de aumentar seu peso final para o abate.
    Não se trata, pois de um assunto controverso, ou polêmico, pois uma simples leitura da bula desses compostos já revela seus componentes, comprovando que esta situação, de fato, está ocorrendo.
    Também já se estabeleceu por experimentos científicos que a molécula de progesterona não se degrada no meio ambiente, permanecendo indefinitivamente no ecossistema. Desde que tenha sido lançada no solo ou na água, pela urina ou pelas fezes dos animais que receberam o medicamento sinovex para engordarem mais rapidamente, permanecerá no planeta indefinidamente, circulando através dos vários ciclos biológicos nele existentes, inclusive no ciclo da água. Você acabou de receber uma informação privilegiada sobre o real significativo da expressão “ambiente tóxico”, um termo técnico que vem sendo muito usado, mas que, infelizmente, é muito pouco compreendido.
    Como essas moléculas de progesterona permanecem indefinitivamente no solo e na água, e não podem ser neutralizadas, ou eliminadas, por nenhum tratamento de água conhecido, e estas mesmas moléculas estão sendo excretadas por estes animais e por outros seres vivos que as utilizam como anticoncepcionais, se ainda vivemos em uma sociedade onde se pode somar “2+2” e dizer que é igual a 4, podemos dizer que, até mesmo pela água, estamos recebendo um dos componentes de um promotor do crescimento, um fármaco fabricado com o objetivo de causar aumento de peso.
    Isso acontece porque a mesmo progesterona que é usado para engordar o gado, vai se depositando nos locais onde vivemos, e, todos os que estão expostos a este “ambiente tóxico” literalmente contaminado pelo referido hormônio sexual, estão assimilado suas moléculas das mais variadas formas.
    Sabendo ou não, estas pessoas estarão, inevitavelmente, recebendo estímulos químicos para um aumento de peso, que é o efeito para o qual a progesterona, usada como promotor do crescimento, foi fabricada e comercializada.
    Uma vez que as populações estejam expostas a este hormônio, da mesma forma que os rebanhos tratados com o progesterona, as pessoas que forem suscetíveis aumentarão rapidamente de peso. A não ser que se use um antídoto não possível impedir que isso ocorra.
    Mas o que “os olhos não vêm e o coração não sente…” Por isso: “assim caminha a humanidade”, confiante e esperançosa…
    “Êh vida de gado! Povo marcado e… Povo feliz”.
    Resíduos de progesterona foram encontrados, até mesmo, nos rebanhos que nem sequer estavam recebendo injeções ou de progesterona! Ao saber disso, podemos concluir que há uma há uma questão ambiental cuidadosamente encoberta e com grande potencial gerador de obesidade. Da mesma forma, ao constatarmos que recebemos estas moléculas, até mesmo, quando bebemos água, nos deparamos com uma lógica evidente de que estamos diante de uma das causas mais importantes da epidemia mundial de obesidade. Talvez, a mais importante.
    Mas, lançada a “cortina de fumaça”, as lanchonetes foram escolhidas como “bode expiatório” do ganho generalizado de peso entre a população. Essas afirmações incoerentes impedem que nossa civilização visualize todas estas evidências. (quem quiser “experimentar” uma dose “cavalar” de lavagem cerebral neste sentido, basta assistir ao filme “a dieta do palhaço”, que é um tendencioso documentário, concebido para criar um “preconceito em massa” que coloque a culpa o aumento da obesidade nas lanchonetes, nos refrigerantes e nas indústrias alimentícias).
    Com a alta tecnologia em medicamentos hoje existente o descomunal esforço em preservar o segredo do uso veterinário do progesterona, somente poderia ser explicado pelo seu outro importante poder farmacológico, que é o de reduzir a capacidade reprodutora do homem. Os interesses geopolíticos globais, pelo visto, encontram-se muito acima, da vontade política em resolver a questão da epidemia de obesidade.
    Trata-se de um mecanismo químico secreto de controle de natalidade global, pois experimentos em que a progesterona foi ministrada em seres humanos do sexo masculino provaram cientificamente que ela promove a diminuição do número de espermatozóides, a diminuição da vitalidade dos mesmos e a redução da sua mobilidade destes espermatozóides. Trata-se de um verdadeiro um castrador químico secreto: uma fonte de homens inférteis que, invariavelmente, controla a natalidade. (observar o aumento da incidência dos casos de infernalidade)
    Mas quem seria suficientemente poderoso para poder afrontar e “jogar lama”, de forma tão natural, em corporações riquíssimas como fábrica de refrigerantes e indústrias alimentícia, senão os bancos internacionais?
    Ainda é possível afirmar que 2+2=4 sem ser capturado e submetido a algum tipo de processo de “reeducação psico-social”. Sendo assim, enquanto nos é permitido pensar: pense…

  8. CONTROLANDO A OBESIDADE

    Você já deve ter ouvido dizer que, quando se interrompe o tratamento com “remédios para emagrecer” a pessoa engorda novamente. É verdade o fato é que não deveria ser interrompido.
    Isso ocorre porque a obesidade é uma doença que não tem cura. O tratamento é apenas para controlá-la inicialmente as doses são emagrecedoras, mas ao chegarmos ao peso ideal, será preparada medicação que não permitirá que o paciente engorde ou emagreça, em doses baixas, apenas para manter o peso (fórmula de manutenção).
    Quando se interrompe este tratamento em geral num prazo de dois anos a pessoa engorda novamente, devemos, portanto, evitar essa interrupção.
    Não prejudica a saúde?
    Usando mesmo que continuamente essas substâncias, você não estará prejudicando, mas sim cuidando da sua saúde, pois evitará os males de uma doença que pode ser fatal. Obesidade pode causar:
    • Artrose nos tornozelos e colunas (bico de papagaio)
    • “Pedras” na vesícula
    • Elevação do colesterol, triglicérides e ácido úrico (podendo levar á gota)
    • Predispõe a diabete, hipertensão arterial, infartes e “derrames”.
    • Hérnias
    • Aumento de risco em cirurgias e parto, etc.
    • Como todo medicamento, os inibidores de apetite têm um pequeno malefício, porém anulando todas essas patologia o beneficia imensamente maior, sendo compensatório para a saúde física.
    Além de cuidar da saúde, há vantagens em qualidade de vida no tocante a:
    • Roupas (é melhor para comprar e não perde as que têm)
    • Socialmente (desaparecem os comentários desagradáveis)
    • Psicologicamente (aumenta a auto-estima)
    • Esteticamente
    • Conforto
    Para se preservar tudo isso não se pode interromper a medicação, mas vale a pena! É na perseverança que você colherá os verdadeiros frutos do seu esforço. Boa sorte no seu regime!
    Atenção: ficar engordando e emagrecendo sucessivamente (efeito sanfona) é prejudicial á saúde. Não permita que isso aconteça!

  9. ESTEROIDES ANABOLIZANTES
    MUITO ALÉM DAS ACADEMIAS

    Esteróides anabolizantes são substâncias que aceleram o aumento da massa muscular e o crescimento, podendo causar vários males como: a obesidade, câncer ou outras doenças no fígado, problemas cardíacos e distúrbios mentais, dentre outras enfermidades.
    Na bula de um dos anabolizantes mais famosos do Brasil, o deca-durabolin, consta que, se tomado ou aplicado em altas doses, pode provocar:
    -Vinilização em mulheres sensíveis, que apresentam sintomas como rouquidão (a voz fica grossa), acne (espinhas), hirsutismo (aumento dos pêlos) e aumentos de libido (desejo sexual);
    -Aumento das freqüências de ereções e aumento dos pênis em adolescentes;
    -Aumento de pêlos pubianos, aumento do clitóris, amenorréia em meninas;
    -Inibição da espermatogênese (tanto em homem como adolescentes);
    -Fechamento epifisário prematuro;
    -Aumento de peso
    -Retenção de água e sal.
    Em outras palavras, os anabolizantes são extremamente perigosos, no entanto, podem ser usados pela medicina em raríssimos casos.
    Então você deve estar pensando agora:
    -Que bom que eu não consumo essas porcarias que fariam mal!
    Errado!
    Todos os dias nós consumimos essas substancia, ás vezes, ou quase sempre sem saber, as mesmas drogas que são ingeridas ou aplicadas por alguns nas academias.
    Como? Ultimamente percebe-se um crescimento cientifico muito grande, mas este tem sido usado de forma errada.
    Você já parou para pensar que antigamente não existia câncer e quase nenhum obeso?
    Que, hoje em dia de 50% da população mundial é obesa?
    Que os adolescentes são maiores que os adultos?
    Que o câncer aumenta a cada dia, o número de lésbicas e homossexuais é incontável?
    Que várias mulheres têm bigode ou excesso de pêlos nas axilas, oque é motivo de gozação, e que todos, ou quase todos os adolescentes têm espinhas antes da hora e as meninas no mundo inteiro estão adquirindo capacidade para engravidar antes da hora?
    Mas não era para ser assim… Há cem anos atrás não era assim! Essa nova geração, que é a nossa, tem tido esse tipo de problema por causa dos hormônios injetados no rebanho, suíno, nos peixes e nas aves, que consequentemente, acabam vindo até nós através do leite, da carne branca ou vermelha e de muitas outras formas.
    Os hormônios anabolizantes estão sendo usados na produção de alimentos, porque, com eles, os animais crescem mais rápidos. Uma galinha, que estaria pronta para o abate em seis meses, agora chega neste ponto em um mês.
    Atualmente fazendeiros e donos de grandes empresas alimentícias acabariam falindo se não optassem por esse perigoso método, devido a concorrência desigual com seus rivais. Apesar de terem sido proibidos no Brasil o uso destes produtos há muitos anos é um fato real, incluindo os chamados “implantes para bovinos”, além das rações e dos produtos injetáveis.
    Mas agora, em obediência ao CODEX ALIMENTARIUS da ONU, um conjunto de normas de extermínio, a ANVISA não apenas tornou permitidos esses produtos, mas fez com que a adição deles nos alimentos seja OBRIGATÓRIA.
    Uma estatística apresentada na assembléia legislativa do rio grande do sul revelou que, no ano de 1998, somente naquele estado, chegaram carnes importadas contendo anabolizantes, nas seguintes quantidades:
    -404 Toneladas de carne com hormônios provenientes da Argentina.
    -55 Toneladas de carne com hormônios provenientes dos EUA.
    -228 Toneladas de carne com hormônios provenientes do Paraguai.
    Algumas empresas brasileiras admitem o uso de anabolizantes em seus rebanhos e quase toda a carne importada pelo Brasil encontra-se impregnada pelos anabolizantes.
    Apesar de ser comprovado que esse tipo de substância prejudica muito a saúde do consumidor, nos EUA eles nem são proibidos, pelo contrário, seu uso é apoiado pelo governo, por razões financeiras.
    É mais um triste caso onde o dinheiro fala mais alto! E assim, ninguém está livre deste mal. Hoje ou amanhã você pode ter o início de um câncer!
    Como escapar dessa tirania comercial?
    Não há maneira alguma, os hormônios estão na nossa comida do dia-a-dia… A verdade é que essas substâncias nocivas fazem parte do que comemos no café da manhã, almoço e jantar, e se ninguém der um “basta”, o futuro de nossa geração estará acabado.
    Os banqueiros e chefes mundiais não se importam conosco! Eles querem é lucro em suas finanças. Quem se preocupa conosco é a ANVISA: ELA TORNOU OBRIGATÓRIO O USO DESSES HORMÔNIOS ANABOLIZANTES EM TODA A PRODUÇÃO DE ALIMENTOS: GALINHAS POEDEIRAS, VACAS LEITEIRAS, PEIXES E ANIMAIS DE ABATE.
    FAZENDO POUCO CASO DA SOBERANIA NACIONAL, A ANVISA ESTÁ AGINDO ASSIM EM OBEDIÊNCIA ÀS ORDENS DA ONU, QUE É UM ÓRGÃO INTERNACIONAL, CUJA META É FAZER CINCO BILHÕES DE PESSOAS “DESAPARECEREM” DA TERRA FACE DA TERRA.
    O OBJETIVO DESTE EXTERMÍNIO ORDENADO PELA ONU É ATENDER ÀS DEMANDAS DOS BANQUEIROS INTERNACIONAIS JUDAICOS, CUJO INTERESSE É DIMINUIR A POPULAÇÃO MUNDIAL, A FIM DE TORNAR VIÁVEL A TRANSFORMAÇÃO DA ONU EM UM GOVERNO ÚNICO MUNDIAL, COMANDADO POR ELES MESMOS.
    NÃO SATISFEITOS COM O RITMO DE MORTES, LANÇARAM O CODEX ALIMENTARIUS QUE É UM CONJUNTO DE NORMAS DE EXTERMÍNIO DITADAS PELA PRÓPRIA ONU, E TORNA OBRIGATÓRIO ADICIONAR TAIS HORMÔNIOS EM TODOS OS ALIMENTOS.
    COM ISSO A ANVISA ESTÁ AGRAVANDO, AINDA MAIS, A EPIDEMIA DE OBESIDADE QUE ELA MESMA VEM INOCULANDO ATRAVÉS DESTE SISTEMA.
    MAS O PIOR AINDA ESTÁ PARA VIR: AGORA A ANVISA TAMBÉM QUER PROIBIR O USO DOS MEDICAMENTOS PARA A OBESIDADE, A FIM DE QUE, SEM O TRATAMENTO MEDICAMENTOSO PARA SUA DOENÇA, OS BRASILEIROS ENGORDEM E MORRAM! PARA QUE A POPULAÇÃO DIMINUA. ESTÁ QUERENDO PROIBIR O ANTÍDOTO PARA O “VENENO” QUE ELA MESMA VEM COLOCANDO EM NOSSA COMIDA.
    OS BRASILEIROS ESTÃO MORRENDO. COM ESTA MEDIDA MORRERÃO AINDA MAIS! QUEM FOR PATRIOTA DEFENDA O BRASIL E LEVANTE-SE CONTRA A ANVISA: UM GOVERNO INTERNACIONAL PARALELO AGINDO DESTRUTIVAMENTE CONTRA O PRÓPRIO BRASIL.

    Bruno Pires de Oliveira

  10. PROMOTORES DO CRESCIMENTO

    Promotores do crescimento são substâncias que, por modificarem o metabolismo dos animais em que são aplicadas, diminuem o tempo em que estes atingem o peso para o abate. Entre eles se encontram os esteroides anabolizantes, que são hormônios sexuais usados na produção animal, para aumentar o ganho diário de peso, bem como o peso final dos animais global agrovet, vem comercializando, em nossos pais, vários tipos de formulações, contendo, tanto hormônios sexuais masculinos (androgênios), como hormônios sexuais femininos (estrogênios).
    Apresentaremos a seguir a composição e os nomes comerciais de vários medicamentos veterinários que vem sendo vendidos na forma de implantes, com a finalidade de proporcionar aos criadores, o desenvolvimento de animais que apresentem um crescimento mais rápido e, consequentemente, uma maior produtividade e lucratividade.
    O objetivo dessa exposição é demonstrar, de maneira inequívoca, que diversos hormônios sexuais masculinos e femininos, estão sendo, de fato, usados, de forma ampla, na produção de alimentos de origem animal, para que seja suscitada uma discussão, sem preconceitos, sobre a questão da presença, no “pão nosso de cada dia”, de resíduos desses hormônios sexuais, que são anabolizantes veterinários, bem como, sobre os efeitos nocivos que tais resíduos causam nos seres humanos. Seus nomes comerciais são:
    “SYNOVEX-C” que é uma associação entre dois hormônios sexuais femininos, o benzoato de estradiol e a progesterona, que vem sendo indicada para uso em bovinos de até 400 libras.
    “SYNOVEX-G”, que também contem o benzoato de estradiol associado á progesterona, mas que é indicado para bovinos que pesem 400 libras ou mais.
    “SYNOVEX-H”, que é uma associação entre o hormônio sexual feminino benzo ato de estradiol; com o hormônio sexual masculino propionato de testosterona; existem outros laboratórios farmacêuticos que produzem esta mesma formulação, como é o caso do LVY LABS/VET LIFE, que produz o “COMPONENT” e do laboratório UPJOHN, que fabrica o similar “IMPLUS”, ambos os fármacos que foram aprovados pelo FDA, o órgão normativo dos estados unidos para alimentos e remédios.
    “SYNOVEX PLUS”, que é uma associação entre o benzoato de estradiol com um hormônio masculino sintético chamado acetato de trembolona.
    “REVALOR-G”, que contém o hormônio sexual masculino acetato de trenbolona; associado ao hormônio sexual feminino estradiol.
    “REVALOR-H”, que, também, é uma associação entre o acetato de trembolona com o estradiol.
    “Revalor-s” que é outro tipo de associação entre acetato de trembolona e estradiol.
    “Ralgro”, que tem como substância ativa o ZERANOL; um anabolizante sintético com propriedades estrogênicas (Istoé, cujos efeitos são semelhantes aos dos hormônios sexuais femininos).
    “RALGRO MAGNUM”, que contém duas vezes mais ZENAROL; que o RALGRO simples, possuindo, em função disso, um efeito promotor do crescimento bem mais prolongado.
    “COMPUDOSE 200”, um implante de silicone que, contendo uma associação entre o hormônio feminino estradiol; e o antibiótico tetraciclina, é indicado para incrementar o crescimento e o aumento de peso dos animais.
    “ENCORE”, que também é um implante de silicone com estradiol, semelhante ao “COMPUDOSE 200”, mas que contêm bem mais estradiol.
    “FINAPLIX-H”, que contém aquele hormônio sexual sintético, o acetato de trembolona; e tem demonstrado que é capaz de promover um crescimento oito a dez vezes maiores que o que vem sendo habitualmente obtido pela testosterona (hormônio sexual masculino natural). Apesar de muitos deles terem sido proibidos no Brasil, agora a ANVISA tornou seu uso, não apenas permitido, mas obrigatório. Apesar de que simples existência, fabricação e comercialização de medicamentos como estes, que são hormônios sexuais anabolizantes, comprovam que estes tipos de substância estão sendo amplamente usados na produção de alimentos de origem animal.
    Como médico, consideramo-nos no dever de esclarecer a população sobre este fato, pois, já que existem na comunidade, diversos indivíduos que, por serem suscetíveis a certos tipos de câncer, não podem, sob hipótese alguma, ingerir nem quantidades mínimas de hormônios estrogênicos, e sabem disso, porque são exaustivamente orientadas, neste sentido, pelos seus oncologistas. Só não sabem que as carnes da sua alimentação estão impregnadas por eles.
    Não estão sendo informadas que, entre os alimentos disponíveis nos mercados, existem muitos que foram obtidos com o auxilio destes hormônios e, que, por isso podem conter resíduos de hormônios como o estrogênio, pois os mesmos, como vimos, estão sendo usados para engordar, com nomes de remédios veterinários como COMPUDOSE, REVALOR ou SINOVEX. Estas pessoas têm todo o direito de saber que este fato está ocorrendo, pois é uma questão de vida ou morte!
    A evidência concreta do grave potencial de risco é a própria bula destes medicamentos, onde consta sua composição e o motivo pelo qual estão sendo fabricados, indicados, e vendidos, o que não deixa margem para qualquer controvérsia.
    Os efeitos colaterais e os riscos que o uso de hormônios como os estrogênios podem causar, também não se constituem num assunto polêmico, pois até mesmo a população leiga já se encontra informada sobre isso. Este assunto não se encontra mais restrito á comunidade cientifica: é de conhecimento público.
    Os efeitos colaterais desses hormônios não são mais segredo para a população: Os mesmo incluem o ganho de peso, além de depressão, predisposição para o desenvolvimento de tumores malignos estrogenio-dependentes, embolias cardíacas, tromboses cerebrais, bem como, alterações no comportamento sexual de indivíduos suscetíveis.
    Considerando a gravidade dessa situação poderíamos dizer que sua persistência é simplesmente, “o fim do mundo”!
    MAS A ANVISA AGRAVOU-A AINDA MAIS, TORNANDO OBRIGATÓRIO O USO DESSES HORMÔNIOS ANABOLIZANTES EM TODA A PRODUÇÃO DE ALIMENTOS: GALINHAS POEDEIRAS, VACAS LEITEIRAS, PEIXES E ANIMAIS DE ABATE.
    FAZENDO POUCO CASO DA SOBERANIA NACIONAL, A ANVISA ESTÁ AGINDO ASSIM EM OBEDIÊNCIA ÀS ORDENS DA ONU, QUE É UM ÓRGÃO INTERNACIONAL, CUJA META É FAZER CINCO BILHÕES DE PESSOAS “DESAPARECEREM” DA TERRA FACE DA TERRA.
    O OBJETIVO DESTE EXTERMÍNIO ORDENADO PELA ONU É ATENDER ÀS DEMANDAS DOS BANQUEIROS INTERNACIONAIS JUDAICOS, CUJO INTERESSE É DIMINUIR A POPULAÇÃO MUNDIAL, A FIM DE TORNAR VIÁVEL A TRANSFORMAÇÃO DA ONU EM UM GOVERNO ÚNICO MUNDIAL, COMANDADO POR ELES MESMOS.
    NÃO SATISFEITOS COM O RITMO DE MORTES, LANÇARAM O CODEX ALIMENTARIUS QUE É UM CONJUNTO DE NORMAS DE EXTERMÍNIO DITADAS PELA PRÓPRIA ONU, E TORNA OBRIGATÓRIO ADICIONAR TAIS HORMÔNIOS EM TODOS OS ALIMENTOS.
    COM ISSO A ANVISA ESTÁ AGRAVANDO, AINDA MAIS, A EPIDEMIA DE OBESIDADE QUE ELA MESMA VEM INOCULANDO ATRAVÉS DESTE SISTEMA.
    MAS O PIOR AINDA ESTÁ PARA VIR: AGORA A ANVISA TAMBÉM QUER PROIBIR O USO DOS MEDICAMENTOS PARA A OBESIDADE, A FIM DE QUE, SEM O TRATAMENTO MEDICAMENTOSO PARA SUA DOENÇA, OS BRASILEIROS ENGORDEM E MORRAM! PARA QUE A POPULAÇÃO DIMINUA. ESTÁ QUERENDO PROIBIR O ANTÍDOTO PARA O “VENENO” QUE ELA MESMA VEM COLOCANDO EM NOSSA COMIDA.
    OS BRASILEIROS ESTÃO MORRENDO. COM ESTA MEDIDA MORRERÃO AINDA MAIS! QUEM FOR PATRIOTA DEFENDA O BRASIL E LEVANTE-SE CONTRA A ANVISA: UM GOVERNO INTERNACIONAL PARALELO AGINDO DESTRUTIVAMENTE CONTRA O PRÓPRIO BRASIL.

  11. OBESIDADE E INSURREIÇÃO

    Alguns dos mais poderosos líderes e financistas do mundo são capazes, até mesmo, de provocar guerras e revoluções como uma medida de controle populacional. Evidentemente este detalhe nunca será mencionado, num telejornal, pois estando sob o controle dessa oligarquia imperialista, todas as agências internacionais de notícias “filtrarão” e omitirão cada detalhe que revele o que, realmente, está por traz desses acontecimentos e, principalmente, aqueles que apontem suas verdadeiras causas.
    Assim, ao alcançarem à população, através de seus “portais” televisivos, estas notícias formarão, na mentes dos povos, uma visão dos fatos completamente diferente da realidade. Por isso, a não ser que haja um grande esforço individual na busca da verdade, dificilmente o homem comum poderá perceber o que, de fato esta ocorrendo à sua volta.
    A não ser que investigue por si mesmo, os cidadãos nunca poderão descobrir que existe um FIO CONDUTOR “INVISÍVEL” que vem unindo, há muitos séculos, todos os acontecimentos da história, numa rota antecipadamente planejada, para conduzir todas as nações em direção a um grande “golpe de estado mundial”, que deverá ser lançado, inesperadamente, em todos os países, ao mesmo tempo, unindo-os, de forma abrupta, em torno de um governo único mundial.
    Hoje mesmo, estes dominadores já dirigem a humanidade através de medidas tão revolucionárias quanto as insurreição armada.
    Na revolução comunista da Rússia existiam duas concepções marxistas antagônicas, até que a facção que almejava uma “ditadura do proletariado” (ou seja, dos operários assalariados) acabou prevalecendo sobre aqueles que, juntamente com Trotski defendiam a tese da “revolução permanente”.
    A “ditadura do proletariado” conseguiu sobrepujá-los graças ao controle que, Lênin, seu principal defensor, exercia sobre os “SOVIETS”. O vocábulo “soviet” corresponde à palavra “conselho” em português, e os soviets eram, a princípio, órgãos não-governamentais de mobilização das massas que tinha a função de organizar protestos, mas que no decorrer desta sangrenta guerra civil, acabaram se transformando ao longo desta sangrenta guerra civil, acabaram se transformando em órgãos de poder revolucionário, que foram descritos da seguinte maneira:
    “Os SOVIETS são um novo APARELHO ESTATAL que, em primeiro lugar instaura a FORÇA ARMADA DOS OPERÁRIOS E CAMPONESES…. No domínio militar é incomparavelmente superior a todos que a precederam., e que, do ponto de vista revolucionário, não pode ser substituída por nenhuma outra…constitui-se na forma de organização de vanguarda dos camponeses e dos operários, isto é, da parte mais consistente, mais enérgica, mais avançada das classes oprimidas, e permite EDUCAR, elevar, INSTRUIR e atrair à sua senda, a massa inteira dessas classes.” (Ilyich Ulianov [Lenin] “A CAMINHADA DA INSURREIÇÃO”)
    Em outras palavras, o papel dos “soviets” ou “conselhos” na revolução era o de educar e instruir, a população, por meio da força de um exército revolucionário, ensinando a todos a moral do marxismo, que condena o patriotismo, a religião, a família e a té mesmo o amor entre as pessoas, rotulando-o, pejorativamente, como um “sentimento burguês”.
    Após assumir o poder e formar a União Soviética, a “ditadura do proletariado”, apesar de transformar-se numa das duas maiores superpotência do planeta, não conseguiu se manter no poder por mais de setenta anos, fazendo com que a ideologia do comunismo se tornasse o maior fracasso político e econômico da história, que custou às vidas de SESSENTA MILHÕES DE PESSOAS que foram brutalmente eliminadas pelos russos Lenin e Stalin, através da terrível “engenharia social” (antropotecnia).
    Mas este tipo de comunismo constituía-se, apenas, em uma das etapas, daquela rota tão antecipadamente planejada. A partir do ano de 1875 a famosa bruxa russa, Helena Blavatski, fundando a altamente secreta, “Sociedade Teosófica”, já lançava as bases para o próximo passo do comunismo, que aconteceria cem anos depois, em 1975, quando os segredos da, assim chamada, Conspiração Aquariana, seriam totalmente revelados, dando início oficial ao MOVIMENTO NOVA ERA, que passou a conduzir os todos os países em direção à utopia de paraíso terrestre socialista segundo a concepção de Trotski e seu eurocomunismo milenarista.
    E, a partir de então, de fato, bruxos e comunistas caminham unidos, em torno da esperança messiânica, na vinda de “um novo tempo” e na chegada de “um novo Cristo Cósmico” (aquele ditador e “soberano universal” que “há de vir”) para unificar todos os povos e religiões em torno do “Reinado Messiânico da Nova Era Luciferiana”.
    Tornando-se público a partir de 1975, o movimento “Nova Era”, ou “Conspiração Aquariana”, também recebeu o nome de “Revolução do Cérebro”, e, sem que ninguém pudesse perceber, o eurocomunismo e a “Revolução Permanente” de Trotski estavam se iniciando.
    Assim como na revolução russa os soviets comunistas instauraram uma força armada revolucionária superior a tudo o que, até então, se conhecia, a “Revolução do Cérebro” ou “Conspiração Aquariana”, (que avança, exatamente, segundo os preceitos da “revolução permanente”) iniciou sua insurreição através da criação de diversos “conselhos” ou “soviets”, semelhantes aos do comunismo soviético.
    Como ocorreu naquela época, hoje, também, os tais “conselhos” vieram a se tornar “um novo aparelhos estatal” que, em primeiro lugar, estabeleceu, para si, uma “força armada”, como na Rússia, passando a constituir-se na vanguarda revolucionaria do movimento político-econômico e religioso, conhecido como “Nova Era”.
    Um exemplo do emprego desta estratégia é a criação e o desenvolvimento dos atuais CONSELHOS TUTELARES”, que, cada vez mais, vêem sendo investidos de poder, “instaurando”, desta forma, para si mesmos, uma “força armada” preexistente, que são as instituições que funcionam como sua “retaguarda”, isto é, as “Delegacias de Defesa dos Direitos da Mulher”, os “Ministérios Públicos da Infância e da Juventude” e os “Juizados de Menores”.
    Os “conselhos” tutelares, agindo com o apoio dessas três, bem equipadas, “divisões”, vêm assumindo, então, a posição de uma organização mais enérgica, com poderes para EDUCAR, INSTRUIR e atrair, tanto pais, como filhos, aos caminhos da revolução permanente, ou seja, do Movimento Nova Era, que se consiste na adoção de num código moral completamente novo, que desaprova os “pilares” básicos da civilização atual, como o patriotismo, a família tradicional, a obediência aos pais, o compromisso no casamento, o civismo e muitos outros.
    Sua concepção de família é a do “CASAL TRANSPESSOAL”, isto é, um casamento aberto para todo tipo e número de parceiros ou parceiras, bem como, para todas as formas de sexualidade, que resultará numa “nova” estrutura social familiar na quais os filhos deverão passar a ser membros “itinerantes” de determinados “familiares”, permanecendo, apenas sob cuidados, uma vez que, a sua paternidade destes, na maioria das vezes, não poderá ser determinada, em razão desses “novo tipo de vida..
    Este é o motivo pelo qual o símbolo do “casal transpessoal”, se consiste num homem e numa mulher, ajoelhados, um diante do outro, formando a letra “Ômega” (Ω) que, sendo a última letra do alfabeto grego, simboliza “fim”, representando, neste caso, o fim da instituição da família.
    Pregando estas mudanças radicais e nocivas, a maioria dos membros desses “conselhos” julgam-se na missão sagrada de implantar um “paraíso terrestre comunista”, através da implantação de um governo único mundial, faça do mundo um reinado milenar messiânico de “paz e segurança”.
    Como um fóssil de uma espécie extinta, a China comunista nos serve de modelo para traçarmos um paralelo e analisarmos o “neocomunismo” da Nova Era, pois o poder totalitário que controla as nações da “nova ordem mundial”, é, praticamente da mesma natureza que o regime totalitário chinês, com a diferença de ser praticamente invisível, pois encontra-se recoberto por um “manto de segredo”, tecido “fabricado” de prepostos, que são seus presidentes e primeiros-ministros, bem como, da aparente, mas falsa, liberdade de pensamento e de expressão e do aparente, mas falso direito de escolher os governantes.
    Portanto, se, na China (e em outras repúblicas socialistas) ainda existe a “ditadura do proletariado”, aqui, nos países do ocidente, encontra-se a “ditadura secreta do ocultismo e do capital”.
    Enquanto que, no comunismo chinês existe apenas um partido político, e o povo não tem o direito de eleger seus governantes; no sistema em que vivemos existem muitos partidos e muitos candidatos, mas, como as eleições são vencidas através de campanhas eleitorais, que são incalculavelmente caras; só mesmo os grandes bancos internacionais possuem poderio econômico para financiá-las, decidindo assim, quem serão os presidentes dos “países democráticos”; pois a vitória nas urnas apenas será concedida àqueles que firmarem um sério compromisso com eles, dentre os quais escolherão, segundo seus interesses, aquele que governará cada país “livre”, desde o menos desenvolvido aos EUA.
    Assim sendo, fica evidente, até mesmo pelos seus nomes que, tanto nas repúblicas “democráticas”, como nas repúblicas “socialistas”, quem escolhe os governantes não é, na realidade, o povo, mas seus dominadores.
    Se, na China comunista o controle de natalidade é feito através da força das armas, que fuzilará os casais que tiverem mais de um filho; por aqui, nas nações “democráticas”, o controle populacional é feito através de “armas químicas” invisíveis que, através da omissão de informações, podem “executar” sigilosamente, seus próprios cidadãos, como na China, só que por meio da inoculação deliberada de doenças, que, sendo fatais, conseguem manter os níveis populacionais “sob controle”.
    Foi o que ocorreu com a atual epidemia chamada obesidade, que não era uma enfermidade freqüente, mas que teve sua incidência extremamente aumentada em conseqüência do uso, cada vez maior, de hormônios anabolizantes sexuais na produção rural de alimentos, que são hormônios como os estrogênios e os progesteronas (dois componentes dos anticoncepcionais) bem como, a testosterona (um hormônio masculinizante).
    A finança internacional conseguiu isso, na medida em que, lançando estes produtos, geraram maior produtividade nas plantações e nos rebanhos, obrigando, com isso, que os demais produtores passassem a usá-los, rotineiramente, para que pudessem manter sua competitividade no mercado.
    Este poder dominador suscitou o uso dessas substâncias, justamente porque isso causaria uma verdadeira epidemia mundial de obesidade, e que esta funcionaria como um instrumento de controle populacional. A presença desses promotores do crescimento nos alimentos associadas à presença da obesidade que se disseminou amplamente entre os seres humanos, faz com que o aumento populacional seja limitado através de duas vias:
     Aumentando o número de mortes (pois o excesso de peso é a causa de muitas doenças que são altamente fatais)
     Bloqueando a capacidade reprodutiva dos seres humanos (pois os promotores do crescimento são testosteronas ou estrogênios e progesteronas, isolados ou em associação, que sendo até mesmo componentes de anticoncepcionais, fazem com que o “pão nosso de cada dia” tenha, hoje, propriedades contraceptivas, das quais quase ninguém desconfia.).
    No que se refere ao sexo masculino, à questão é, ainda, mais séria, uma vez que a progesterona, quando ingerida pelo homem, provoca a diminuição do número de espermatozóides e a redução de sua vitalidade e mobilidade, o que faz com que muitos homens se torne estéreis ou gerem menos filhos.
    Pesquisas realizadas entre os anos de 1932 e 1990 mostraram que, nesse período, houve, em média, uma redução de 50% na capacidade de procriação do ser humano do sexo masculino.
    O mais grave, contudo, é que a molécula de progesterona não pode ser destruída por nenhum tipo de sistema de degradação da natureza, nem por qualquer tipo conhecido de tratamento químico para a água. Assim sendo, toda vez que este hormônio é eliminado pela urina das mulheres que estiverem sob reposição hormonal ou que estiverem usando anticoncepcionais, bem como, através da urina dos animais que receberem a progesterona para aumentar seu peso, estas moléculas de progesterona NUNCA MAIS sairão do meio ambiente, e não existem meios artificiais para de degradá-las.
    Espalhadas pelo ecossistema de todo o planeta, a progesterona já passou a fazer parte do ciclo da água, de maneira que, hoje, mesmo quando se bebe um copo de água tratada e filtrada, o homem pode estar ingerindo um hormônio feminino, que se consiste num sigiloso método de CASTRAÇÃO QUÍMICA global de seres humanos!
    Além disso, a própria obesidade, causada por estes hormônios, já se constitui numa doença geradora de infertilidade feminina, servindo, portanto, como mais um instrumento de controle de natalidade, muito bem disfarçado, em meio às tantas outras complicações que o aumento de peso pode ocasionar.
    Por isso, todos os especialistas em reprodução humana preconizam que as mulheres inférteis percam de peso, para que possam engravidar. São também muito comuns os casos de mulheres, consideradas estéreis, que, após fazerem um regime de emagrecimento, engravidam inesperadamente. A freqüência deste tipo de fato é notavelmente grande!
    Mesmo assim, a Organização Mundial de Saúde inexplicavelmente, aprova o uso dos “promotores do crescimento” na produção de alimentos, e declara-o, abertamente, em seus “codex” oficiais, afirmando que “ainda não houve qualquer comprovação científica” de que a utilização desses hormônios tenha causado “qualquer malefício” aos seres humanos.
    A equivocada posição da OMS sobre o assunto, é, contudo, plenamente previsível, pois sendo ela um órgão da ONU, encontra-se engajada seu empenho hercúleo no controle da natalidade e da população mundial.
    No entanto, graças ao monopólio das agencias internacionais de notícias, a maior parte dos cidadãos de nosso planeta não têm acesso a estas informações, além de serem induzidos a acreditar na falácia de que a explosão do número de casos de obesidade é, apenas, um problema de reeducação alimentar, resultante da agitação da “vida moderna”. Esta estratégia nefasta foi exaltada por um dos filósofos iluministas, que dizia: “O Maravilhoso é que para tranqüilizar os povos basta, apenas, negar a evidência”.
    Mas se, por um lado o controle de natalidade da república socialista chinesa é feito através de suas forças armadas, conhecidas como “o exército vermelho”, por outro lado, nas republicas democráticas este controle é feito pelo aparato estatal da mentira, os “soviets” ocidentais, que poderíamos chamar de “exército azul”.
    Aqui em Rio Claro este exército tem estas ordens de ataque escritas numa placa de metal, que se encontra afixada bem no centro da “praça da liberdade”, num pilar de pedra, com base quadrada e topo em forma de pirâmide. Em sua face voltada para o colégio Puríssimo, isto é, na direção oeste, pairam, há dezenas de anos, as duas palavras de ordem, muito pouco filantrópicas, da “revolução permanente”, escritas em latim, e que dizem:
    “SURGO ET VINGO”, ou seja: “INSURREIÇÃO E VINGANÇA”!
    O “fio condutor” que une todos os acontecimentos da história nesta direção aparece aqui, como uma “rota do ouro” invisível, que já existia antes mesmo de Anhanguera descobrir as minas ouro de Cuiabá.
    De fato, Léon Trotski já havia percebido, no ano de 1905, que o socialismo somente conseguiria englobar todas as nações mundo num “reinado universal messiânico”, se fosse criada uma União Européia socialista, chamada por ele de “Estados Unidos da Europa”.
    Segundo ele, uma Europa Ocidental Unificada, ao se tornar socialista, teria poder suficiente para fazer com que o comunismo se espalhasse, facilmente, por todas as partes do mundo, através de uma “Liga das Nações”, conhecida, hoje, como ONU.
    Esta unificaria a economia internacional através de um banco único mundial, e transformaria o planeta num “paraíso terrestre socialista”, no qual seriam abolidas todas as fronteiras entre países, classes sociais ou religiões.
    A União Européia já existe e a “revolução permanente” já começou! A globalização política, econômica e religiosa que, hoje, presenciamos, foi preconizada, tanto por Trotski, como pela Sra. Helena Blavatski; portanto, é certo que estamos caminhando, exatamente, nesta direção. Contudo, a faceta menos atraente dessa revolução vem sendo muito pouco mencionada: Esse “reinado” somente pode existir sob a direção de um governo extremamente enérgico, que somente poderia ser definido pelo termo forte de DITADURA!
    As profecias apocalípticas, entretanto, prevêem que este falso “messias” do judaísmo talmúdico cabalístico irá se voltar contra seu próprio povo e empreenderá execuções e deportações em massa:
    O FEITIÇO VAI VIRAR CONTRA O FEITICEIRO!
    Depois disso, está determinado que os países da União Européia, perseguindo os cristãos, “…combaterão contra o CORDEIRO, mas o Cordeiro os vencerá, porque é o Rei dos reis e o Senhor dos Senhores. Vencerão os que estão com ele: CHAMADOS, ELEITOS e FIÉIS.”(Apocalipse 17 14)
    “Mas quanto aos covardes, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos que se prostituem, e AOS FEITICEIROS, e aos idólatras e a todos os mentirosos, a sua parte será no LAGO QUE ARDE COM FOGO E ENXOFRE”… “(Apocalipse 21: 8)”.

    Dr. Rodrigo Pires de Oliveira

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